The use of social media has transformed the way medical information is disseminated, introducing new ethical challenges. The presence of dermatologists on these platforms remains limited, with much of the dermatology-related content being produced by non-medical or non-specialist sources. We conducted a cross-sectional observational study based on an online questionnaire distributed to the general population between 27th August and 10th September 2025. A total of 600 participants were included, 62.2% of whom were female. Only 24.7% reported following dermatologists on social media, with Instagram being the most frequently used platform (91.2%). Women and younger participants (< 35 years) were more receptive to the perceived positive impact of social media, whereas healthcare professionals showed a more critical attitude, more frequently associating physicians' online presence with excessive self-promotion (p < 0.001). Higher levels of education were associated with greater refusal or discomfort regarding the use of clinical images (p < 0.001). Overall, the presence of dermatologists on social media is well accepted by the population and represents a relevant opportunity to promote health literacy, strengthen the doctor-patient relationship and enhance trust in the specialty. A utilização das redes sociais transformou a forma como a informação médica é disseminada, estabelecendo novos desafios éticos. A presença de médicos dermatovenereologistas nestas plataformas é limitada, sendo grande parte do conteúdo sobre dermatologia produzido por não médicos ou não-especialistas. Realizou-se um estudo observacional transversal, baseado num questionário online, aplicado à população geral entre 27 de agosto e 10 de setembro de 2025. Foram incluídos 600 participantes, dos quais 62,2% do sexo feminino. Apenas 24,7% seguiam médicos dermatovenereologistas nas redes sociais, sendo o Instagram a plataforma mais utilizada (91,2%). Mulheres e participantes mais jovens (< 35 anos) mostraram-se mais recetivos ao impacto positivo das redes sociais, e os profissionais de saúde manifestaram uma postura mais crítica, associando com maior frequência a presença online a publicidade exagerada (p < 0,001). Níveis de escolaridade superiores associaram-se a uma maior recusa ou desconforto quanto à utilização de imagens clínicas (p < 0,001). A presença dos médicos dermatovenereologistas nas redes sociais é globalmente bem aceite pela população e representa uma oportunidade relevante para promover a literacia em saúde, fortalecer a relação médico-doente e aumentar a confiança na especialidade.
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