Identify the social determinants of therapeutic adherence among users of the primary health care system's cardiovascular health program (PSCV). Cross-sectional observational-descriptive study in two family health centers (CESFAM) in Valparaíso, Chile from March to June 2024. A total of 364 users over 18 years of age from the PSCV, selected through proportional stratified sampling, were surveyed. To identify the factors that influence therapeutic adherence, an ad hoc scale was designed that integrates the Morisky-Green-Levine-MMAS-4 test, the dimensions of the Rosenstock, Janz, and Becker health belief model, and the Dahlgren and Whitehead social determinants model. Descriptive statistics and chi-square tests were used to identify significant associations between adherence and individual, social, and structural factors. It was found that 65.1% of the individuals surveyed exhibited low therapeutic adherence, and 58.2% low pharmacological adherence. Adherence was significantly associated with personal characteristics (age), lifestyle factors (knowledge about their disease, motivation, adherence to medical monitoring and diet, low stress), support networks (family support), and living conditions (access and quality of care in the CESFAM, user satisfaction, and physical and economic barriers). The findings show the multidimensional influence of social and structural factors on adherence, emphasizing the centrality of the primary care level in managing cardiovascular diseases. Using a people-centered and territorial approach, implementation of strategies that include health education, psychosocial support, and the elimination of access barriers could improve therapeutic adherence. Identificar los determinantes sociales de la adherencia terapéutica de los usuarios del Programa de Salud Cardiovascular (PSCV) de la atención primaria de salud. Estudio observacional-descriptivo transversal en dos centros de salud familiar (CESFAM) de Valparaíso (Chile) entre marzo y junio del 2024. Se encuestaron 364 usuarios mayores de 18 años del PSCV, seleccionados mediante un muestreo estratificado proporcional. Para identificar los factores que inciden en la adherencia terapéutica, se diseñó una escala ad hoc que integra la prueba Morisky-Green-Levine-MMAS-4, las dimensiones del modelo de creencias en salud de Rosenstock, Janz y Becker, y del modelo de determinantes sociales de Dahlgren y Whitehead. Se utilizaron estadística descriptiva y pruebas de chi cuadrado para identificar asociaciones significativas entre adherencia y factores individuales, sociales y estructurales. El 65,1% de las personas encuestadas presenta baja adherencia terapéutica y el 58,2%, baja adherencia farmacológica. La adherencia se asocia significativamente con factores individuales (edad), de estilo de vida (conocimiento de la enfermedad, motivación, adherencia a controles y alimentación, bajo estrés), redes de apoyo (apoyo familiar) y condiciones de vida (acceso y calidad de la atención en los CESFAM, satisfacción del usuario, barreras físicas y económicas). Los hallazgos evidencian la influencia multidimensional de factores sociales y estructurales en la adherencia, subrayando la centralidad del nivel de atención primaria en el manejo de las enfermedades cardiovasculares. Desde un enfoque centrado en la persona y territorial, la implementación de estrategias que integren la educación en salud, el acompañamiento psicosocial y la eliminación de barreras de acceso podrían mejorar la adherencia terapéutica. Identificar os determinantes sociais da adesão terapêutica entre usuários do programa de saúde cardiovascular (PSCV) da atenção primária à saúde. Estudo transversal, descritivo e observacional em dois centros de saúde familiar (CESFAM) de Valparaíso, no Chile, entre março e junho de 2024. Entrevistaram-se 364 usuários do PSCV maiores de 18 anos, selecionados por amostragem estratificada proporcional. Para identificar os fatores que influenciam a adesão terapêutica, elaborou-se uma escala ad hoc que integra o teste de Morisky-Green-Levine (MMAS-4), as dimensões do modelo de crenças em saúde de Rosenstock, Janz e Becker e o modelo de determinantes sociais de Dahlgren e Whitehead. Utilizaram-se estatísticas descritivas e testes do qui-quadrado para identificar associações significativas entre a adesão e fatores individuais, sociais e estruturais. No total, 65,1% das pessoas entrevistadas apresentaram baixa adesão terapêutica, e 58,2% tiveram baixa adesão farmacológica. A adesão está significativamente associada a fatores individuais (idade), de estilo de vida (conhecimento da doença, motivação, adesão a medidas de controle e a uma alimentação saudável, baixo estresse), redes de apoio (apoio familiar) e condições de vida (acesso e qualidade da atenção nos CESFAM, satisfação do usuário, barreiras físicas e econômicas). Os achados evidenciam a influência multidimensional de fatores sociais e estruturais na adesão ao tratamento, destacando o papel central da atenção primária à saúde no manejo de doenças cardiovasculares. A partir de uma abordagem centrada na pessoa e no território, a implementação de estratégias que integrem a educação em saúde, o acompanhamento psicossocial e a eliminação de barreiras ao acesso poderia melhorar a adesão terapêutica.
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