To analyze COVID-19 morbidity according to sociodemographic characteristics and preexisting health conditions, based on data from a survey conducted in 2023 online called "ConVid-2 Behavior Survey". This was a cross-sectional epidemiological study using the Respondent-Driven Sampling (RDS) method. Prevalence estimates and 95% confidence intervals were calculated for five COVID-19-related indicators. Logistic regression models were applied to test the hypothesis of associations between outcomes and sociodemographic characteristics. The sample included 3,805 individuals aged 18 years or older. Approximately 50% of participants had received four or more doses of the COVID-19 vaccine. The estimated prevalence of COVID-19 was 49.5%, with significant and increasing gradients by age and decreasing gradients by education level. Long COVID was identified in 32% of individuals with confirmed COVID-19, with the highest proportions among women (38.3%; OR=0.52; p=0.002), those with financial difficulties (38.9%; OR=1.68; p=0.02), and those with a chronic noncommunicable disease (36.3%; OR=1.58; p=0.03). The highest rate of hospitalization occurred among those with Long COVID (12.7%). Death of a household member due to COVID-19 was reported by 5.1% of participants. The findings revealed major socioeconomic inequalities across all indicators related to COVID-19 morbidity. Older age, preexisting health conditions, and Long COVID contributed to greater disease severity and increased hospitalization. These findings are relevant to inform public policies aimed at supporting the diagnosis and management of COVID-19-related complications within the public health system. Analisar a morbidade por COVID-19 segundo as características sociodemográficas e condições de saúde preexistentes, com base nos dados de um inquérito realizado em 2023 pela internet denominado de "ConVid-2: Pesquisa de Comportamentos". Estudo transversal epidemiológico realizado pelo método respondent driven sampling (RDS). Foram estimados as prevalências e os respectivos intervalos de confiança de cinco indicadores relacionados à COVID-19. Para testar a hipótese de associação dos desfechos com as características sociodemográficas, foram utilizados modelos de regressão logística. O total da amostra foi de 3.805 indivíduos de 18 anos ou mais. Aproximadamente, 50% dos participantes tomaram quatro doses ou mais de vacina antiCOVID-19. A prevalência estimada de COVID-19 foi de 49,5%, com gradientes significativos e crescentes para a idade e decrescentes por grau de instrução. A COVID-longa foi identificada em 32% dos indivíduos que tiveram COVID-19 confirmada, com as maiores proporções entre as mulheres (38,3%; odds ratio — OR=0,52; p=0,002), com dificuldades financeiras (38,9%; OR=1,68; p=0,02) e com alguma doença crônica não transmissível (36,3%; OR=1,58; p=0,03). O maior percentual de internação hospitalar ocorreu entre os que tiveram COVID-longa (12,7%). O falecimento de algum morador do domicílio por COVID-19 foi relatado por 5,1% dos participantes. Os achados revelaram grandes desigualdades socioeconômicas em todos os indicadores relacionados à morbidade por COVID-19. A idade avançada, as condições preexistentes de saúde e a COVID-longa interferiram na gravidade da doença e no aumento de internações. Esses achados são relevantes para fornecer subsídios às políticas públicas dirigidas aos cuidados dedicados ao diagnóstico e manejo das complicações relacionadas à COVID-19 no sistema público de saúde.
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